Uma denúncia de assédio moral no TRT da 15ª Região, envolvendo uma juíza, voltou ao centro do debate institucional na última semana, durante julgamento de recurso administrativo realizado pelo Órgão Especial, em sessão ocorrida na quinta-feira (12). O caso, acompanhado de perto pelo Sindiquinze, escancara a gravidade de práticas que não podem ser toleradas no serviço público e reforça a urgência de apuração rigorosa e responsabilização efetiva.
A origem do processo se deu através de relatos encaminhados por servidores ao sindicato, apontando condutas incompatíveis com um ambiente de trabalho saudável, incluindo exposição indevida e tratamento desrespeitoso. Diante da seriedade das denúncias, o Sindiquinze provocou a Administração do Tribunal para que fossem adotadas providências concretas a respeito do caso.
Durante o julgamento de recurso administrativo interposto pela entidade ficou evidenciado não apenas a relevância do caso, mas a necessidade de uma resposta institucional firme diante de situações que atentam contra a dignidade dos trabalhadores. O episódio reforça que práticas de assédio moral não podem ser relativizadas nem tratadas como conflitos pontuais: são violações graves que exigem enfrentamento direto.
Na sessão, a advogada Isabella Bittencourt, do escritório Cassel Ruzzarin Advogados, responsável pela assessoria jurídica do sindicato, realizou sustentação oral e destacou a importância de uma apuração minuciosa, com a devida responsabilização dos envolvidos, caso confirmadas as denúncias. Para o Sindiquinze, garantir um ambiente de trabalho respeitoso não é apenas uma diretriz administrativa, mas uma obrigação institucional.
O sindicato seguirá vigilante na condução do caso, acompanhando cada etapa e adotando todas as medidas necessárias para assegurar justiça aos servidores. Não há espaço para omissão diante de denúncias dessa natureza, sendo que a proteção à saúde, à dignidade e ao respeito no ambiente de trabalho deve ser prioridade absoluta!
Casos de assédio moral precisam ser tratados com a seriedade que exigem — com investigação profunda, transparência e, sobretudo, punição exemplar quando comprovados. O Sindiquinze é intransigente na defesa de condições de trabalho dignas e seguras para toda a categoria.
Por Caroline P. Colombo com o escritório Cassel Ruzzarin Advogados

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