O veto parcial ao Projeto de Lei 4750/25, que trata da recomposição salarial das servidoras e dos servidores do Poder Judiciário da União (PJU), já está em tramitação no Congresso Nacional. A medida foi registrada como Veto nº 45/2025.
Diante desse cenário, o Sindiquinze segue com a atuação pela derrubada do veto, com mobilização e articulação política junto a deputadas, deputados, senadoras e senadores.
Como parte dessa estratégia de pressão, o sindicato estará presente no Ato Nacional convocado pela Fenajufe para o dia 4 de fevereiro, em Brasília, que terá como eixos centrais a reestruturação da carreira e a derrubada do veto presidencial às parcelas futuras da recomposição.
A programação divulgada pela Fenajufe prevê atividades em dois momentos:
- 11h – Ato no Anexo II da Câmara dos Deputados
- 15h – Ato em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF)
Caravana da 15ª Região: inscrições e participação da base
O Sindiquinze enviará uma caravana da 15ª Região para garantir presença na mobilização em Brasília, reforçando a importância da participação da categoria nesse momento decisivo de luta pela recomposição salarial integral e pela valorização das servidoras e dos servidores do Judiciário.
Serão disponibilizadas 10 vagas para os colegas do TRT-15. As inscrições devem ser realizadas até 13 horas da próxima segunda-feira (19), através do formulário disponível AQUI. Caso o número de interessados ultrapasse o total de vagas, o sindicato realizará sorteio entre os inscritos.
O voo sairá do Aeroporto Viracopos, em Campinas, no dia 3 de fevereiro (terça-feira), às 17h50, com retorno programado para o dia 4 de fevereiro, às 20h15. Diante disso, o Sindiquinze reforça que somente as servidoras e os servidores que tiverem efetiva disponibilidade nas datas informadas façam a inscrição.
O sindicato segue na linha de frente dessa luta, ao lado da Fenajufe e dos demais sindicatos, em defesa do reajuste integral aprovado, sem perdas para a categoria, e convoca a participação de todas e todos no Ato do dia 4 de fevereiro, em Brasília.
Por Caroline P. Colombo

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