Sindiquinze em defesa da Justiça do Trabalho, do serviço público e dos direitos da categoria

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O futuro da Justiça do Trabalho, a valorização dos servidores e a preservação dos direitos conquistados exigem atenção, responsabilidade e consciência.

Às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, que acontece neste domingo, 25 de outubro, a Diretoria do Sindiquinze reafirma seu compromisso histórico com a defesa da Justiça do Trabalho, do serviço público, da valorização das servidoras e dos servidores e das pautas que integram a luta da categoria.

O voto é um dos principais instrumentos de participação democrática. Por meio dele, a população escolhe não apenas seus representantes, mas também os projetos para o país que poderão orientar as políticas públicas, as relações de trabalho e a garantia dos direitos sociais nos próximos anos.

Para as servidoras e os servidores públicos, essa escolha também envolve questões diretamente relacionadas à carreira, à remuneração, à estabilidade, à aposentadoria e às condições de trabalho.

Defender o serviço público é defender a sociedade. Defender a Justiça do Trabalho é defender o acesso à Justiça, a dignidade de quem trabalha e a efetivação dos direitos sociais previstos na Constituição Federal.

Nesse contexto, o Sindiquinze manifesta preocupação com a proposta de emenda à Constituição que prevê a extinção da Justiça do Trabalho e que, segundo levantamento já divulgado, reúne 66 assinaturas de deputados federais de partidos da extrema direita. A iniciativa representa uma ameaça à estrutura especializada responsável pela solução dos conflitos trabalhistas e à garantia dos direitos de milhões de brasileiros.

Da mesma forma, propostas de reforma administrativa, flexibilização de vínculos trabalhistas, redução de despesas com pessoal e alterações nas regras previdenciárias exigem atenção e análise criteriosa de seus possíveis impactos sobre as carreiras e os direitos dos servidores.

A Diretoria considera fundamental que a categoria avalie o histórico de posicionamentos e votações dos partidos e parlamentares em matérias relacionadas à recomposição salarial, à valorização das carreiras e ao fortalecimento dos serviços públicos.

As conquistas não aconteceram por acaso. São resultado de décadas de organização, mobilização, negociação e resistência das entidades representativas e de milhares de trabalhadoras e trabalhadores que jamais abriram mão de lutar por seus direitos.

A defesa da recomposição salarial, da reestruturação da carreira, da manutenção das garantias funcionais e de condições dignas de trabalho continuará sendo prioridade do Sindiquinze, independentemente do resultado das urnas.

Por isso, a Diretoria ressalta a importância de que cada servidora e servidor examine as propostas apresentadas, conheça o histórico dos candidatos e reflita sobre os efeitos das decisões políticas para o presente e o futuro do serviço público brasileiro.

É importante lembrar, ainda, que o Partido Liberal (PL) foi responsável por 58 votos contrários à recomposição salarial da categoria e que ainda possui diversos projetos em seu plano de governo que afetam diretamente a carreira, a estabilidade, bem como, a qualidade dos serviços públicos oferecidos para a sociedade.

Mais do que isso, quando na presidência do Brasil, a extrema direita garantiu REAJUSTE ZERO para os servidores que acumularam uma perda de mais de 35% nos salários.

O voto consciente é um exercício de cidadania e de responsabilidade com as próximas gerações.

Neste domingo, mais do que escolher um governante, o Brasil decidirá os rumos de políticas que poderão impactar diretamente a prestação jurisdicional, os direitos dos trabalhadores e o funcionamento das instituições públicas.

O Sindiquinze seguirá firme, vigilante e mobilizado na defesa da Justiça do Trabalho, da democracia, da valorização dos servidores e de todos os direitos conquistados pela categoria.

JUSTIÇA DO TRABALHO FORTE. SERVIÇO PÚBLICO VALORIZADO. DIREITOS PRESERVADOS.

Neste domingo, vote certo! Com LULA presidente, pela valorização do serviço público!

Por Caroline P. Colombo

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