Servidores: Governo diz que “reforma” ataca privilégios

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Representantes de servidores públicos avaliam que o relatório da reforma da Previdência (PEC 287/16), aprovado no dia 3 de maio, na comissão especial da Câmara, penaliza fortemente o servidor público, principalmente aquele que ingressou na administração pública antes de 2003. O Sindiquinze, juntamente com as demais entidades do serviço público, vai lutar para que a mudança seja derrotada em plenário.

Para os futuros servidores, o texto fixa idades mínimas de aposentadoria de 62 anos para a mulher e 65 anos para o homem. O tempo mínimo de contribuição será de 25 anos. Já os atuais servidores serão submetidos a regras de transição conforme a data de ingresso no setor público.

Deputados favoráveis à reforma consideram que os representantes dos servidores públicos defendem privilégios. “Aposentadorias precoces são o grande problema do buraco da Previdência pública. São aposentadorias legais, mas injustas porque acontecem em torno dos 50 anos”, afirmou Darcísio Perondi (PMDB-RS), vice-líder do Governo.

Para o Secretário do Sindiquinze, Nilton dos Santos de Lima, os ataques do Governo Temer aos trabalhadores, em geral, e aos servidores públicos, em particular, demonstram que o único objetivo colocado das “reformas” é retirar direitos e ampliar os lucros dos bancos e seus planos de previdência privada.

Confira abaixo o que vai mudar na sua aposentadoria caso a “reforma” da Previdência seja aprovada:

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