O Sindiquinze divulga abaixo uma nota pública em solidariedade ao servidor Kleber Cabral, presidente do Unafisco Nacional, após o indiciamento no “inquérito das fake news”, em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF).
Para o sindicato, o dirigente sofre “injusto e ilegal constrangimento” por cumprir o dever de representar os trabalhadores. “Emitir opinião em nome dos associados é um dever sindical e também um direito constitucional, conquistado historicamente pela categoria. Esse direito deve ser prontamente defendido diante de qualquer tentativa de cerceamento”, afirma a diretoria.
Confira abaixo a Nota Pública emitida pelo Sindiquinze:
NOTA DO SINDIQUINZE À CATEGORIA E À CLASSE TRABALHADORA
O SINDIQUINZE, consternado, toma conhecimento do indiciamento pelo STF – Supremo Tribunal Federal – do colega servidor Kleber Cabral, presidente do UNAFISCO NACIONAL (unafisconacional.org.br) no inquérito 4781, conhecido como o “inquérito das fake news”.
Neste momento de perplexidade nacional, o SINDIQUINZE vem prestar a nossa total solidariedade ao colega Kleber. Você não fez nada de errado Kleber, e afirmamos que você está sofrendo injusto e ilegal constrangimento apenas por cumprir o seu dever, que é o de representar os trabalhadores e trabalhadoras do quadro associativo do UNAFISCO.
Emitir opinião em nome de seus associados além de ser um dever sindical e associativo, é um direito constitucional que deve ser prontamente defendido, pois foi arduamente conquistado.
Não basta porém, denunciar, solidarizar e repudiar a injustiça cometida. É preciso que cada um e que cada uma de nós sejamos construtores e defensores do mundo melhor e mais justo que tanto desejamos. Olhe para o lado, solidarize-se com o colega em sofrimento. Repudie o arbítrio, enfrente o assédio.
Filie-se ao seu sindicato, prestigie-o com a sua presença e o enriqueça-o com a sua representatividade. Mande a sua mensagem pessoal de apoio ao Kleber Cabral através do endereço https://unafisconacional.org.br/contato/
Estamos do seu lado, Kleber Cabral, receba o abraço solidário e de luta dos milhares de trabalhadores e trabalhadoras associados do SINDIQUINZE.
Por Caroline P. Colombo

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