Participe da pesquisa sobre violência doméstica e familiar contra magistradas e servidoras do Judiciário

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O Sindiquinze integra a Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral e Sexual do TRT-15, representado pelo presidente Ivan Bagini e pela servidora da base Andréa Azevedo. A comissão, presidida pela juíza Patrícia Maeda, elaborou uma pesquisa sobre violência doméstica e familiar contra magistradas e servidoras e o sindicato solicita que todas as associadas contribuam com este importante levantamento.

O questionário foi elaborado pelas pesquisadoras Luciana de Oliveira Ramos, professora vinculada à Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, e Fabiana Cristina Severi, professora vinculada à Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP-SP. O objetivo é analisar as percepções de juízas e de servidoras do Poder Judiciário que passaram ou passam por situação de violência doméstica e familiar sobre os serviços do sistema de justiça de enfrentamento à violência doméstica.

Como objetivos secundários, busca-se identificar juízas e servidoras do Poder Judiciário que sofrem ou sofreram violência doméstica, categorizando-as por: perfil sociodemográfico, ter ou não ter buscado o sistema de justiça, órgão da magistratura em que atua e posição funcional que ocupa. Esse estudo visa, ainda, identificar outros meios buscados por tais grupos para lidar com a violência, fora do sistema de justiça. “Mesmo trabalhando na Justiça, o que se notou é que nem sempre a servidora e magistrada percebe que foi ou que está sendo vítima de violência, porque não se restringe à violência física. Outros tipos, como a psicológica ou financeira, são mais sutis, em por isso, mais difíceis de serem detectadas como violência. Por isso, é importante que cada servidora responda ao questionário, para que seja possível fazer um mapeamento desta questão entre as mulheres do Judiciário”, afirma a servidora Andréa Azevedo.

O preenchimento de formulário eletrônico terá duração de aproximadamente 15 minutos. As informações obtidas por meio desta pesquisa serão utilizadas apenas em tal pesquisa e está assegurado o sigilo sobre a participação, uma vez que os dados não serão divulgados de forma a possibilitar a identificação. O e-mail ou informações pessoais preenchidas no formulário serão anonimizadas no momento da análise, por meio da apresentação dos dados por frequência (por exemplo: x% das participantes têm entre 30 e 40 anos etc.).

Em termos de resultados, a pesquisa busca fornecer subsídios para que o sistema de justiça brasileiro possa melhorar a implementação de soluções no sentido de garantir o acesso à justiça para mulheres e oferecer respostas efetivas ao enfrentamento à violência doméstica e familiar no país.

Por tudo isso, a participação de todas é tão importante! Para participar, você precisa acessar o link abaixo, preencher com seu nome, vínculo institucional e e-mail. Em até 72h a participante receberá no e-mail um token e outro link para o questionário da pesquisa. Esses passos são necessários para garantir que sua participação seja anônima e, ao mesmo tempo, que seja possível verificar que só juízas e servidoras participem.

Para responder a pesquisa, clique AQUI!

Por Antonio Pecht Jr. 

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