29 de janeiro: Uma data para expor o direito da População Trans

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O dia 29 de Janeiro é marcado pelo Dia Nacional da Visibilidade Trans. A cada ano que passa, a importância de celebrar e promover a inclusão em diversos âmbitos se torna cada vez mais evidente. A Justiça do Trabalho, assim como todo o Poder Judiciário, está atenta a essas transformações e se esforça para promover ações que possam reduzir estas distâncias.

O Sindiquinze está integrado na conscientização dos direitos da população LGBT+/Trans e, em julho do ano passado, esteve presente no 1º Encontro LGBT+ promovido em Brasília pela Fenajufe, quando foram abordados temas como a instituição de Núcleos contra Opressões nos sindicatos de base, criação de núcleos ou conselhos nas unidades do PJU para o acolhimento das pessoas LGBTQIAP+ e o recebimento de denúncias dos casos de LGBTfobia, a adoção, pelos Tribunais, de uma Política de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade, entre outros.

Nesta data tão relevante, cabe destacar que o Judiciário é pioneiro no reconhecimento da união homo afetiva e criminalização da homofobia. O sindicato, por sua vez, segue no caminho do reconhecimento da sociedade brasileira pelos direitos da população LGBT+, uma vez que esta é a sociedade que mais pratica atos de violência e mata, especialmente os Transexuais. Tal fato indica que ainda há um longo caminho a se percorrer na garantia dos direitos dessas pessoas.

A partir da participação do Sindiquinze no Encontro da Fenajufe, algumas ações estão sendo implementadas a partir deste ano de 2024, como o debate sobre a criação do Núcleo LGBT+ do sindicato. Além disso, os diretores Joaquim Castrillon e Liliam Maria de Camargo estiveram, em dezembro de 2023, nas Paradas LGBT+ de Sumaré e Hortolândia, integrando a mobilização pela causa.

Diretores Joaquim e Liliam durante o 1º Encontro LGBT+ da Fenajufe

Em Hortolândia, os diretores fizeram parte dos protestos para a soltura dos dois manifestantes presos durante os atos ocorridos na Assembleia Legislativa de SP contra a privatização da Sabesp, decisão ocorrida dias depois pelo Tribunal de Justiça do Estado.

Para o diretor Joaquim Castrillon, o Dia da Visibilidade Trans foi instituído para expor o direito da população Transexual, o que ainda não foi reconhecido. “Essa população não cabe só nas Paradas LGBT+, ela precisa ocupar o seu espaço, especialmente na representação sócio-política”, enfatiza.

A diretora Liliam Camargo reforça a importância da data “para que a sociedade receba e acolha todos os cidadãos, independentemente de sua sexualidade, considerando que também pagam impostos como qualquer outro cidadão”.

Diretores do Sindiquinze durante a Parada LGBT+ de Hortolândia

Por Caroline P. Colombo

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